A chave nasce da sua senha-mestra e nunca é enviada. O que trafega e o que fica guardado já é embaralhado — não é promessa de política de privacidade, é o desenho do produto.
As senhas da empresa fora do bloco de notas.
Um cofre para as senhas que a equipe divide — o banco, o site, o provedor, a prefeitura. Cifrado no seu navegador antes de sair dele: o que chega ao servidor já é ilegível, inclusive para nós.
- A senha do banco está num papel colado no monitor.
- Quem saiu da empresa ainda sabe todas elas.
- Três pessoas sabem uma senha cada, e a quarta precisa das três.
- Trocar uma senha significa avisar sete pessoas no WhatsApp.
- As senhas ficam num lugar só, com quem pode ver cada uma.
- Quem sai perde o acesso no mesmo dia, sem trocar nada.
- A equipe usa sem decorar, e sem passar de boca em boca.
- Trocou uma? Está trocada para todo mundo.
O que você ganha
no primeiro dia.
Tudo abaixo já vem pronto — nada aqui é módulo à parte, projeto de implantação ou cobrança extra.
Sem a sua senha-mestra não existe caminho de leitura, nem para quem administra o servidor. É o que separa um cofre de uma tabela com senhas dentro.
A senha do banco para quem cuida do financeiro; a do site para quem cuida do site. Cada uma com o seu público.
Desligou a pessoa no sistema? Ela perde o cofre junto — sem lista de senhas para trocar às pressas.
O usuário, o link, o que aquela senha abre e aquele detalhe que todo mundo esquece.
Copiar sem mostrar na tela, achar pelo nome, usar e fechar. Cofre que atrapalha vira papel colado no monitor de novo.
Sozinho ele é bom.
Junto é outra coisa.
Senhas não vive numa ilha: o que acontece aqui vira um fato que o resto do sistema escuta. Você liga e desliga cada regra.
Senhas é para quem
vive o problema todo dia.
Qualquer empresa com mais de duas pessoas e mais de cinco senhas — ou seja, todas.