Gmail, Outlook, o do seu domínio, o do provedor da cidade. Ele continua no servidor dele; nós só lemos e escrevemos, com a sua permissão.
Sua caixa de entrada dentro do sistema.
O endereço que a sua empresa já usa, lido e respondido aqui dentro — ao lado do cliente, da venda e da cobrança. Não hospedamos o seu e-mail: ele continua sendo seu, no servidor de sempre.
- O e-mail está numa aba, o sistema em outra, e o cliente no meio.
- O anexo importante ficou numa conversa que ninguém acha.
- A assinatura da empresa é diferente em cada pessoa.
- Responder uma cobrança exige abrir três programas.
- A caixa abre junto do resto do dia da empresa.
- O anexo entra na busca com o resto dos arquivos.
- A assinatura é a mesma, e sai certa sem ninguém colar.
- A cobrança sai da sua caixa, e a resposta volta para ela.
O que você ganha
no primeiro dia.
Tudo abaixo já vem pronto — nada aqui é módulo à parte, projeto de implantação ou cobrança extra.
Você digita o endereço e a senha. Servidor, porta e conexão segura são descobertos — e os campos técnicos ficam escondidos até alguém precisar deles.
Google e Microsoft pedem autorização em vez de senha, e é assim que fazemos. Sem senha de aplicativo colada num bilhete.
Cada pessoa lê a sua. O sistema não junta a caixa de todo mundo numa só — porque e-mail de gente não é mural.
Escrita uma vez, sai em toda mensagem, com a marca certa.
O que chega pode virar arquivo guardado, e entra na mesma busca que lê por dentro dos documentos.
Sozinho ele é bom.
Junto é outra coisa.
E-mail não vive numa ilha: o que acontece aqui vira um fato que o resto do sistema escuta. Você liga e desliga cada regra.
E-mail é para quem
vive o problema todo dia.
Escritório, contabilidade, corretora, agência — quem fecha negócio escrevendo.