Instalado uma vez, o computador aparece na lista com nome, dono e situação. A ajuda começa clicando nele.
Acessar o computador de quem pediu ajuda.
O computador da equipe — ou o do cliente — acessível de onde você estiver, pelo navegador. Sem combinar instalação por telefone toda vez que alguém precisa de ajuda.
- Ajudar alguém começa com “baixa esse programinha aí”.
- O código de acesso muda a cada sessão, e a pessoa lê errado.
- Ir até a loja para resolver cinco minutos de computador.
- Ninguém sabe quais máquinas a empresa tem.
- A máquina já está na lista, com nome e dono.
- A sessão abre do navegador, sem instalação na hora.
- O problema de cinco minutos leva cinco minutos.
- O parque de máquinas da empresa fica visível.
O que você ganha
no primeiro dia.
Tudo abaixo já vem pronto — nada aqui é módulo à parte, projeto de implantação ou cobrança extra.
Quem dá suporte não precisa estar na mesma rede nem na mesma cidade.
Sabe-se de quem é cada computador — e quem pode acessar cada um.
A equipe da empresa e, para quem vende suporte, as máquinas dos clientes.
Nada de código ditado por telefone e digitado errado três vezes.
O chamado, o cliente e a máquina no mesmo sistema — não em três programas que não se conhecem.
Sozinho ele é bom.
Junto é outra coisa.
Suporte remoto não vive numa ilha: o que acontece aqui vira um fato que o resto do sistema escuta. Você liga e desliga cada regra.
Suporte remoto é para quem
vive o problema todo dia.
Assistência técnica, empresa de TI, rede de lojas, escritório com computadores em mais de um lugar.