CPF ou CNPJ, razão social, o nome que se usa no dia a dia. A cobrança e o recibo saem com o dado certo em cada campo.
Um cadastro só, que o sistema inteiro usa.
Pessoa ou empresa, com documento, telefone e e-mail — e o telefone casando sozinho com quem escreve no WhatsApp. É o cadastro que o atendimento, as vendas e o financeiro usam, e não três cópias dele.
- O cliente está na agenda do celular, na planilha e no caderno.
- Quem escreve no WhatsApp não é reconhecido, e é o mesmo de sempre.
- Cada setor tem a sua versão do telefone certo.
- Ninguém sabe o que este cliente já comprou.
- Um cadastro por cliente, e o resto do sistema aponta para ele.
- Quem escreve pela primeira vez já entra cadastrado.
- Mudou o telefone? Mudou em todo lugar de uma vez.
- Conversas, vendas, cobranças e arquivos aparecem na ficha dele.
O que você ganha
no primeiro dia.
Tudo abaixo já vem pronto — nada aqui é módulo à parte, projeto de implantação ou cobrança extra.
O número que escreve é comparado com o cadastro. Cliente conhecido é reconhecido na primeira mensagem.
O que conversou, o que comprou, o que deve e o que já foi entregue. Numa página.
Acha por nome, telefone ou documento — e não faz questão do acento nem do ponto do CNPJ.
Prospecto, ativo, inativo. Serve para saber para quem falar de novo, e para quem não falar.
Quem cuida daquele cliente na casa. A pergunta “quem atende a padaria?” passa a ter resposta.
Sozinho ele é bom.
Junto é outra coisa.
Clientes não vive numa ilha: o que acontece aqui vira um fato que o resto do sistema escuta. Você liga e desliga cada regra.
Clientes é para quem
vive o problema todo dia.
Toda empresa que atende as mesmas pessoas mais de uma vez.