Novo, contato, proposta, ganho, perdido. Cinco, e não quinze: funil que ninguém consegue manter atualizado é funil que mente.
Da primeira conversa até o dinheiro entrar.
Um funil de cinco etapas que cabe na cabeça, produtos com preço, pedidos e o histórico de quem comprou o quê. Quando a venda é ganha, a cobrança nasce sozinha do outro lado.
- A proposta foi mandada e ninguém lembrou de voltar nela.
- O funil é a memória de quem vende, e ela sai de férias.
- A venda fechou e a cobrança ficou para depois.
- Para saber quanto entrou no mês, alguém soma à mão.
- Cada negócio tem etapa, valor e responsável.
- O que está parado há tempo demais aparece.
- Venda ganha vira conta a receber sem ninguém digitar.
- O mês fecha sozinho, com o que foi ganho e o que foi perdido.
O que você ganha
no primeiro dia.
Tudo abaixo já vem pronto — nada aqui é módulo à parte, projeto de implantação ou cobrança extra.
Escolhe o produto, a quantidade e fecha. Serve para quem vende no balcão e para quem fecha por telefone, na mesma tela.
Catálogo próprio, com categoria e preço. O pedido puxa dali, então o valor não é redigitado a cada venda.
Negócio perdido registra por quê. Em três meses isso vira a lista do que a empresa mais perde — e é a lista mais útil que existe.
O que ele já comprou, quando e por quanto. A próxima conversa começa sabendo disso.
Quanto entrou no funil, quanto saiu ganho, quanto ficou no caminho. Sem planilha do lado.
Sozinho ele é bom.
Junto é outra coisa.
Vendas não vive numa ilha: o que acontece aqui vira um fato que o resto do sistema escuta. Você liga e desliga cada regra.
Vendas é para quem
vive o problema todo dia.
Comércio, distribuidora, prestador de serviço, representante — quem precisa saber o que está em negociação agora.